Em evento varejista, governador defende “reformas estruturantes” para crescimento da economia

Foto: Chico Ribeiro

Campo Grande (MS) – Marcando presença na abertura do Superamas, o maior evento varejista no formato congresso e feira de negócios em Mato Grosso do Sul, o governador Reinaldo Azambuja voltou a defender a execução de reformas estruturantes para o crescimento econômico do País. Na lista do Governo Federal estão as remodelações previdenciária e tributária.

“As reformas são o grande desafio. Já fizemos aqui (em Mato Grosso do Sul) mudanças administrativas e previdenciária que geraram economia. Agora precisamos de uma mesma lógica no cenário nacional”, pontuou o governante nesta terça-feira (10).

Ele voltou a defender a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que moderniza as regras da previdência no País e está em tramitação no Senado Federal. Disse ainda que a possibilidade de equação igualitária para servidores municipais, estaduais e federais acarretará em um “ganho extraordinário” para o Brasil.

Ainda no campo das reformas, Reinaldo Azambuja observou que o Estado fez o “dever de casa” e que a economia já dá sinais de crescimento.

“Quanto mais a economia crescer mais os setores terão oportunidades geradas – emprego, renda e consumo. Mato Grosso do Sul, por exemplo, bateu recorde no mês de julho de 2019 na geração de mais de 1.200 novas vagas de trabalho (dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Só o setor do comércio contribuiu especificamente com 44% desse crescimento”, expressou.

MS também teve recorde na abertura de empresas, com 757 novos empreendimentos em julho – o melhor desempenho desde 2013. Em agosto, o número foi um pouco menor, 662 novas empresas, mas também foi o melhor resultado para o mês desde 2013. Os dados são da Jucems.

Por fim, o governador reconheceu a retração da economia nacional e comentou sobre duas as estatais sul-mato-grossenses, Sanesul e MSGás, que, na contramão do cenário de crise, registraram crescimento nos lucros e dividendos que são usados em áreas essenciais, como saúde, segurança e educação.

“As duas geraram lucro de R$ 108 milhões a Mato Grosso do Sul em 2018, diferente da maioria das mais de 400 estatais do Governo Federal que geram prejuízo a nação brasileira. Precisamos inverter isso”, avaliou.

Bruno Chaves e Paulo Fernandes, Subsecretaria de Comunicação (Subcom)

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