Esposo de vítima é preso, sob suspeita de matar a facadas família de MS no PR

Suspeito de esfaquear a mulher, sogro e sogra, matando os três, Jean Michel de Souza foi preso nessa segunda-feira (9) pela Polícia Civil de Umuarama, cidade do interior do Paraná e onde aconteceu o crime contra a família sul-mato-grossense, que vivia no outro estado.

Ele era marido de Jaqueline Soares, de 32 anos, e genro do empresário Antônio Soares dos Santos e de Helena Maria Marra dos Santos, ambos com 60 anos. Jean já não morava com a família, vivia com a mãe, por desentendimentos recentes com a esposa e a família dela.

De acordo com o site da RIC, afiliada da Record na região, o advogado dele confirmou a prisão. Eric da Costa afirmou que “ele nega o crime, está em choque. Vamos pedir o relaxamento da prisão. Eu entendo como precipitada a prisão”, disse.

Já a polícia declarou não tem dúvida de que ele matou o sogro e a sogra e depois tirou a vida da esposa.

A prisão foi em flagrante e que se baseou em perícia provisória realizada na casa onde a família morava e foi morta. Um chinelo encontrado com ele bate com marcas de sangue encontradas na lavanderia da casa da mãe dele. Dentro da residência, havia pegada de chinelo em uma das poças de sangue.

Além disso, contribuiu contra o suspeito depoimento feito pela sua própria mãe que não teve o teor divulgado.

Levado para a delegacia local para prestar depoimento, Jean é suspeito de cometer o triplo assassinato por motivo passional. Sangue foi detectado também em seu carro e em suas roupas pela perícia já realizada pela Polícia Civil paranaense. Ainda não há mais detalhes do caso, assim como não há informações sobre a causa do crime.

O crime – Natural de MS, mas moradora do Paraná, a família ainda mantinha uma empresa em Mundo Novo, cidade no extremo sul do Estado e que faz divisa com o território paranaense. Conforme informações divulgadas pela imprensa local, quem encontrou os corpos das vítimas foi a funcionária da casa.

Ela chegou e encontrou os corpos do casal de 60 anos no chão da cozinha. Já a filha, Jaqueline estava no andar superior do imóvel, morta dentro de uma banheira. Para a polícia, a cena indica que a jovem tentou se esconder do assassino.

Segundo a polícia do Paraná, ambas as vítimas tinham diversas marcas de facadas. A casa não tinha sinais de arrombamento e não há indícios de que as vítimas tenham tentado se defender. A perícia também encontrou alimentos jogados no chão.

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